[Filmes] Lembranças

quinta-feira, 5 de abril de 2012


Ultimamente, tenho assistido a vários filmes, então resolvi criar mais um marcador no blog: Filmes. Bem, para começar a série, escrevo um pouco sobre o filme do dia: Lembranças.

________________________________________________________

Lembranças

É verdade que a crítica caiu em cima do filme, dizendo que tudo esteve voltado ao brilhantismo de Robert Pattinson, conquistado através da Saga Crepúsculo. Diga-se de passagem, a atuação do ator em Lembranças (Remember Me) está muito além. O queridinho das "Crepusculetes" - mistura de Crepúsculo com tietes - cresceu. Digo isso não apenas com base em Lembranças, mas em sua atuação no também excelente drama romântico Água para Elefantes. Bem, deixemos este segundo filme para a próxima oportunidade - ah, sim, já virei fã de Robert!

Sinopse

No drama romântico Lembranças, Robert Pattinson (A Saga Crepúsculo) interpreta Tyler Roth, um jovem rebelde de Nova York, que tem uma relação tensa com seu pai, interpretado por Pierce Brosnan (Mamma Mia!), desde que uma terrível tragédia separou sua família. Tyler não acredita que alguém no mundo poderia entender o que ele sente até o dia em que conhece Ally, interpretada por Emilie de Ravin (Inimigos Públicos) através de uma reviravolta incomum do destino.

O amor era a última coisa em sua mente, mas como o seu espírito de forma inesperada é curado, ele começa a se apaixonar por ela. Através do seu amor, ele passa a encontrar a felicidade e o sentido de sua vida. Mas logo, segredos são revelados, e as circunstâncias que os reuniu lentamente ameaçam separá-los. Lembranças é uma inesquecível história sobre o poder do amor, a força da família e a importância de viver apaixonadamente, valorizando cada dia de nossa vida.

Resenha

Tyler Hawkins (Robert Pattinson) é um jovem rebelde de 21 anos, que não consegue se entender com o pai, Charles (Pierce Brosnan). Mas toda essa rebeldia tem um fundamento: a morte do irmão mais velho, Michael, que se suicidou pouco tempo depois de começar a trabalhar com o pai.

Certa noite, Tyler e Aidan (Tate Welligton), seu melhor amigo e companheiro de apartamento, vão a uma boate e terminam se envolvendo numa briga. Neil Craig (Chris Cooper), um policial traumatizado pela morte da esposa dez anos antes, é chamado ao local. Ele libera os dois rapazes, mas, após uma provocação de Tyler, lhe dá uma surra e manda prendê-lo.

Dias depois, Aidan descobre que o policial Neil tem uma filha, Ally (Emilie de Ravin), que estuda com eles, e propõe ao amigo que a conquiste, a fim de vingar-se do policial que o espancou. A princípio, Tyler reluta, mas termina aceitando a proposta. Como já era de imaginar, Tyler e Ally se apaixonam.


Comentário

Gostei do filme, independente da presença de Robert, mas preciso dizer que não foi uma produção incrível. E, de verdade, o mais chocante foi o desfecho. Acho que o autor poderia ter dado uns toques antes, assim, não pareceria um final tão distante da trama. Se foi surpreendente? Sim. Eu jamais imaginaria aquilo. Mas entendi que, para a vida de Tyler fazer sentido, tudo que ele queria teria de ser realizado - baseio-me numa frase que o próprio personagem repetia em pensamento. Apesar de ter parecido um grito desesperado do autor, o desfecho do mocinho conseguiu isso. Enfim, seu pai compreendeu o que Michael queria fazer quando se enforcou. 


_______________________________ 
Se gostou, deixe um comentário. Para isso, não precisa ter blog, basta ter uma conta Google.




4 comentários:

  1. Livro & Cia disse...:

    Eu já assistir o filme, não gostei muito do fim do filme, não.

  1. Isie Fernandes disse...:

    Também fiquei chocada e desaguei. rsrs... É preciso um grande desapego do personagem pra conseguir fazer o que o autor fez.

  1. Gisela Santana disse...:

    É estranho ver filmes em que o personagem principal (e no qual temos TANTO afeto), ser o alvo de uma tragédia. É muita dó. ><

  1. Isie Fernandes disse...:

    É verdade, tanto que eu chorei, e as lágrimas não foram apenas pelo que aconteceu, mas pelo contexto geral do acontecimento. Não foi um abalo específico, foi mundial!

    Mesmo assim, Gisa, acho que, de qualquer modo, algo do tipo seria necessário ou o filme terminaria se transformando em outro água com açúcar.

Postar um comentário

A sua participação é muito importante. Comente!