Postado por
de Dai para Isie
às
quarta-feira, fevereiro 15, 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Após um longo período sem postagens, retorno trazendo uma indicação. Faz um bom tempo que eu queria adquirir a Coleção de livros Deixados para trás (Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins), mas, sabe quando você sente que ainda não é o momento certo de fazer aquela compra? Pois bem, eu esperei e a série, que era de treze livros, aumentou para dezesseis, e manteve o valor da oferta.
Recebi os livros cerca de uma semana depois da compra e tratei de arrumá-los junto a minhas outras coleções. Terminei a leitura que estava fazendo e peguei o livro de número 1: O Nascimento, O anticristo está aqui! A princípio, eu sempre cochilava durante a leitura - especialmente porque gosto de ler na cama, antes de dormir. Contudo, depois do terceiro capítulo, comecei a ter que me policiar para não ler o livro todo de uma vez. Ainda não vou postar a resenha, pois não concluí a leitura, mas posso garantir que ele é muito bom!
Por ser uma história escatológica - referente aos acontecimentos narrados no último livro da Bíblia, Apocalipse -, eu o classifiquei como ficção futurista fantástica. Nele, os personagens discorrem sobre suas vocações espirituais e até conversam com Satanás, chamado por seus seguidores de Lúcifer, e com Jesus Cristo. Para quem gosta de um suspense misturado com terror, é um prato cheio. Lembra um pouco, em alguns aspectos, a obra O bebê de Rosemary. Na verdade, o que é parecido mesmo é o tema central: o nascimento do anticristo, o filho de Satanás com uma mulher.
E agora, bateu a curiosidade, né? Então, você tem duas opções: esperar pela minha resenha ou correr pro site da Submarino e comprar o seu exemplar.
* Se você tem interesse em adquirir a coleção, clique AQUI. Por coincidência, hoje está em promoção: R$ 99,00 com frete grátis (exceto para Norte e Nordeste)!
_______________________________
Se gostou, deixe um comentário. Para isso, não precisa ter blog, basta ter uma conta Google.
Postado por
de Dai para Isie
às
domingo, janeiro 08, 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Olá, queridos amigos e leitores! Depois de muitos dias sem postar aqui no blog, volto para desejar a todos um excelente ano de 2012. Em 2011, precisei fazer algumas escolhas, decidi ficar com as prioridades e, analisando agora, tenho plena certeza de que fiz o certo. Apesar das pequenas exclusões, 2011 foi um ano muito produtivo pra mim e penso que 2012 será um tempo de conquistas ainda mais especiais, pois, acredito, colherei os frutos das belas sementinhas que plantei. Um dos meus desejos para esse ano que se inicia é publicar meu primeiro romance - já está na hora, né? Então, já sabem que vem coisa boa por aí.
No mais, queridos, peço a Deus que ilumine os passos de cada um de vocês. E que 2012 seja um ano de vitórias, alegrias e ricos aprendizados para todos nós. Vamos colocar Papai do céu na frente dos nossos planos e projetos, pois, com Ele na frente, a gente consegue enfrentar qualquer obstáculo!
Deixo vocês com algumas fotos da virada de ano.
___________________________________
Momento de oração - virada!
Festa
A galera, ou o que restou dela
Por fim, é claro que teve muuuuita comida! rsrs...
É isso, pessoal. Volto em breve com nossos assuntos gastronômicos e literários. Feliz 2012!
Postado por
de Dai para Isie
às
terça-feira, novembro 22, 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Bom dia, queridos amigos e leitores! No início dessa semana, fiz uma postagem sobre o fundo de verdade do filme Ratatouille(clique e confira) e algumas pessoas deixaram comentários super positivos no Facebook. Então resolvi falar sobre o fundo de verdade que há em outro filme: As Crônicas de Nárnia. Espero que curtam.
__________________________________________
Literatura Fantástica:
qualidade ou besteirol?
Todo mundo sabe que a bola da vez, a febre atual do mundo literário, é a Literatura Fantástica. Eu realmente não sou fã do estilo, mas gostaria de relatar algo muito interessante a respeito da obra As Crônicas de Nárnia.
Confesso que ainda não li o livro, tinha assistido o início do primeiro filme, mas não cheguei a dar tanta importância. Então, alguns meses atrás, um canal de TV aberta o exibiu e eu resolvi assisti-lo.
Admito que gostei bastante da história, tanto que logo em seguida comprei o livro. Mas, entrando no assunto central, talvez vocês já tenham ouvido falar sobre mensagem subliminar - aquela que é passada por trás dos fatos, algo que poucos percebem ou conseguem captar. Nesse mundo em que tanto lutamos por mais amor e humanidade, o autor da história conseguiu lançar, positivamente, uma dessas mensagens. Na verdade, ele fez uma linda alegoria do sacrifício de Jesus Cristo pela humanidade, quando narrou a morte vicária do leão.
Na Bíblia, o Messias é chamado de Leão da Tribo de Judá (veja Apocalipse 22.16), da qual pertenceu o rei Davi e de onde a profecia disse que viria o Grande Rei Eterno. Ora, o Leão do filme simbolizava Jesus - que nasceu na família de linhagem real da Tribo de Judá (veja Mateus 1.1-17) -, a Feiticeira e seus súditos simbolizavam Satanás e seus demônios, as meninas simbolizavam Maria Madalena e Maria, mãe de Jesus, e o menino condenado a morrer simbolizava a humanidade condenada à morte eterna.
Enquanto o Leão era ridicularizado, amarrado, surrado e tinha seu pelo raspado em referência ao vilipêndio do próprio Cristo - que foi preso, surrado, ridicularizado e crucificado nu (sem pelo) -, as duas meninas observavam escondidas e diziam uma a outra: “por que ele não reage?” De igual modo, agiu Jesus, tanto que foi chamado de cordeiro mudo, porque não reagiu (veja Atos 8.32).
O Leão morto foi posto sobre uma pedra. Ao saber de sua morte, seus seguidores entraram em guerra contra a Feiticeira, bem como os discípulos de Cristo, que entraram em guerra espiritual - além de consternados pela morte de seu mestre, ficaram como que ridicularizados e sem esperança. Só que as meninas insistiram em velar o corpo e, assim como Maria Madalena foi a primeira a ver Jesus ressurreto, elas foram as primeiras a vir o Leão ressuscitado, que lhes explicou: “Quando um inocente se entrega voluntariamente para morrer no lugar de um acusado, a pedra é quebrada e até mesmo a morte pode ser revogada”. Ora, um dos primeiros sinais da ressurreição de Cristo, o que aterrorizou os soldados, foi a remoção da pesadíssima pedra que fechava o túmulo de Jesus (veja Mateus 27.66 e 28.1-2), que, por ser inocente, sem pecados, e morrendo voluntariamente no lugar de condenados, também não pôde ser retido pela morte; ela foi revogada.
Admiro a mente do autor que conseguiu de modo tão sutil fazer uma alegoria tão linda com a história do Salvador do mundo. Como se não bastasse tudo isso, no final do filme, o Leão instituiu os humanos como reis de Nárnia - a Bíblia afirma que Deus nos fez reis e sacerdotes através de Jesus Cristo (Veja Apocalipse 1.6) - e foi embora, não para abandoná-los, mas “para guerrear outras guerras” - e Jesus foi assunto ao céu para tratar das nossas causas diretamente com Deus, para ser nosso Advogado (Veja I João 2.1).
Conto tudo isso para dizer que a Literatura Fantástica pode apresentar muito besteirol que, em minha opinião, nem vale a pena reter, mas que existe muita história boa também, construtiva, edificante. Estou realmente começando a me convencer disso.
_______________________________
Se gostou, deixe um comentário. Para isso, não precisa ter blog, basta ter uma conta Google.
Postado por
de Dai para Isie
às
domingo, novembro 20, 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Olá, queridos! Muitas pessoas costumam ir à igreja no domingo, então, nesta manhã, resolvo trazer mais uma mensagem de fé ao blog. Contudo, em vez de utilizar citações bíblicas, como de costume, falarei sobre minha experiência, algo que li recentemente no livro A Última Música, de Nicholas Sparks, e também vivi.
Boa meditação!
_____________________________________________
Ouça seu interior
Faz um tempinho, eu estava me preparando para fazer meus exercícios físicos matinais, quando senti uma vontade muito forte de orar. Claro que não resisti. Peguei meu violão e comecei a adorar, cantando:
Sua presença é real aqui neste lugar.
Então adorarei,
Então eu louvarei,
Então me renderei totalmente a Ti.
Daí, passei a falar livremente com Deus, pedindo perdão pelas minhas falhas, dizendo que gostaria de ter mais momentos como aquele, que aquela experiência não fosse apenas esporádica, mas cotidiana. Pedi que Ele me ajudasse a ser mais constante em orações e busca da Sua presença, a fim de que isso me fizesse crescer em sensibilidade espiritual e assim eu pudesse estar mais disponível a ajudar aqueles a quem Ele me dirigisse para fazê-lo. Depois, passei a orar com meu espírito e, enquanto falava particularidades espirituais com Deus, aconteceu algo que muitas pessoas desejam: eu ouvi a voz do meu Senhor.
Talvez pareça loucura imaginar que alguém possa escutar a voz de Deus, mas, pense comigo, se Deus realmente existe - e eu creio na eterna existência d'Ele -, é natural que se comunique, certo? Pois o homem se comunica, os animais se comunicam e até mesmo a natureza mais rudimentar se comunica. Então, por que somente nós devemos falar no momento da oração? Assim, afirmo que Deus fala, e que nós apenas precisamos aprender a ouvir Sua voz.
Estou concluindo a leitura de A Última Música, de Nicholas Sparks. Esse, embora triste, é um livro muito bonito, que nos ensina a observar melhor as coisas, as pessoas, as situações, e a dar valor ao que merece valor. Mas, você pode estar se perguntando, O que isso tem a ver com "ouvir a voz de Deus"? Explico. É que três personagens dessa história - Pr. Harris, Steve e Ronie - falam sobre ouvir a voz de Deus. Contudo, somente um deles diz ouvi-la: o Pr. Harris. Ah, claro que um pastor diria isso, você pensa. Eu rebato dizendo que não. O Pr. Harris ouve a voz de Deus, porque ele tem sensibilidade para isso. Então, se a questão toda é ter sensibilidade espiritual, como fazer isso? Lembra-se do início dessa postagem? Eu comecei pedindo perdão pelas minhas faltas, cantando louvores, adorando e falando livremente com Deus, comunicando meus desejos, revelando minhas necessidades; me tornando sensível à voz do Seu Espírito, que fala comigo através do meu espírito. Ah, agora complicou!, você torna a pensar, Como é que eu posso ouvir o meu próprio espírito? Ora, o espírito humano é, simplesmente, o nosso eu interior. Na prática, sabe quando você passa por uma avenida movimentada e tem uma pessoa sentada, toda suja e mal vestida, no chão? Você sente uma vontade incrível de parar, comprar um prato de comida pra ela, entregá-lo e perguntar se ela precisa de mais alguma coisa,mas está com pressa e não pode parar. Além do mais, e se tal pessoa for perigosa e tentar te assaltar? Nesse momento, você está ouvindo o seu eu interior.
Consideremos aqui esses dois tipos de pensamentos: o de ajudar (lado espiritual) e o de não ajudar por pressa ou medo (lado natural). Ambos surgem no seu eu, mas perceba as diferenças entre eles. Como bem sabemos que a essência de Deus é o Amor, o primeiro pensamento, o de exercer caridade, pode muito bem ser a voz dEle falando em seu interior. Assim como quando alguém nos corrige - seja pai, mãe, amigo (a), namorado (a), cônjuge... - e a gente responde com grosseria, logo em seguida sentimos vontade de pedir perdão. Ei, esta também pode ser a voz de Deus falando aos nossos corações. Por essa razão eu disse que é preciso ter sensibilidade para ouvi-la, porque nós vivemos num mundo altamente palpável, e isso nos distrai daquilo que não o é. Ficamos mais atentos ao plano material e nutrimos muitos medos - de assalto, de admitir que estávamos errados, de mudar, de ser ridicularizados, traídos, caluniados; Jesus não temeu nada disso!
Quer ouvir a voz de Deus em seu interior? Quando tais coisas lhe vierem ao pensamento, quando arderem forte em seu coração, comece a fazê-las. E não fica apenas em doar coisas palpáveis, mas também em orar e telefonar para alguém que pareça distante ou triste, em receber e visitar pessoas que estejam precisando de atenção, em dizer "eu te amo" ou dar um simples abraço.
Sobre A Última Música, eu penso que Pr. Harris sabe ouvir a voz de Deus, que Steve sempre a ouviu, mas ainda não se deu conta disso, e que Ronie, mesmo sem notar, já começou a ouvi-la. Eu, particularmente, tenho me esforçando. Ouça-a você também!
Postado por
de Dai para Isie
às
quarta-feira, novembro 16, 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Olá, queridos amigos e leitores! Hoje, darei continuidade à série gramatical O que usar? Espero que seja útil. Se for, comentem.
_________________________________________________
Detrás ou de trás?
Ana saiu detrás do carro ou de trás do carro?
Como o exemplo discorrido na postagem anterior Nenhum ou nem um?, detrás e de trás possuem a mesma pronúncia, mas seus significados são diferentes. Para sabermos qual sentença utilizar, podemos fazer duas perguntas: “De onde?” e “Onde?”. Assim:
Ana saiu de onde? De trás da árvore.
Onde Ana estava? Detrás da árvore.
Nota-se que “detrás” responde a pergunta “onde?” e “de trás” responde “de onde?”. Então, quando a preposição “de” estiver presente e o verbo da oração indicar movimento, usa-se “de trás”; quando a preposição “de” não ocorrer ou quando for resposta a um verbo, usa-se “detrás”.
- Exemplo:
Detrás - Maria escondeu o livro (escondeu onde?) detrás do armário.
De trás - João tirou o gato (de onde?) de trás do sofá.
Observem também que “detrás” equivale a “atrás” e “de trás” a “traseiro”.
- Exemplo:
A mala ficou esquecida detrás (ou atrás) da porta.
Joaquina viajou no banco de trás (ou traseiro).
>>> Confiram na próxima postagem da série: Demais ou de mais?
_______________________________
Se gostou, deixe um comentário. Para isso, não precisa ter blog, basta ter uma conta Google.
Postado por
de Dai para Isie
às
terça-feira, novembro 15, 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Um fundo de verdade no filme Ratatouille
Chef Bernard Loiseau X Chef Auguste Gusteau
Ontem assisti ao filme Ratatouille pela primeira vez e confesso que fiquei muito emocionada. Claro que a emoção se deu especialmente por causa do tema "Gastronomia". Faz tempo que não entro numa cozinha profissional para criar e o filme me fez sentir saudade. Bem, mas o motivo da postagem é outro.
Pra quem não sabe, em Dijon, na França, região de Borgonha, havia um grand chef de cuisine chamado Bernard Loiseau. Em janeiro de 2003, um colunista do Le Figaro, François Simon, publicou uma pequena nota sobre um possível rebaixamento do La Côte D'Or, restaurante de Bernard, tanto no Guia Michelin, quanto no Gaultmillau, nos quais ele possuía nota máxima.
No dia 24 de fevereiro de 2003, mergulhado em profunda depressão pela severa crítica e sob a tensão de perder uma das suas três estrelas (classificação máxima no importantíssimo Guia Michelin), Bernard terminou cometendo suicídio.
A verdade é que, por ser um chef empreendedor, Bernard vinha sofrendo inúmeras pressões, inclusive financeiras, e que o rumor do rebaixamento em sua classificação nos Guias Michelin e Gautimilau foi a gota d'água que faltava para o rio transbordar. Por fim, a nota do colunista não passava de um boato e o Restaurant La Côte D'Or nunca perdeu nem uma estrela sequer.
Infelizmente, é fato que em muitos aspectos da vida o homem só toma certas providências quando percebe a existência de uma vítima. Assim, depois da trágica perda de Bernard, os críticos gastronômicos foram abolidos. Agora as críticas viraram opiniões que são feitas por clientes dos restaurantes, pessoas comuns, através de seus blogs ou redes sociais, e não por críticos arrogantes e insuportáveis. Desse modo, Bernard Loiseau foi o último grand chef a morrer por causa de uma crítica.
Mas, voltando ao filme, não sei se vocês notaram, o chef Auguste Gusteau, dono do restaurante em que a história se passava, morreu de tristeza após receber uma crítica severa que lhe tirou uma das estrelas. Quanta semelhança, não? Até mesmo na pronúncia do nome (Gusteau e Loiseau). Achei que foi uma homenagem muito bonita do autor. Pois, assim como a arte de Gusteau prosseguiu através da sensibilidade de um ratinho e do reconhecimento de um crítico ranzinza, a maravilhosa e consagrada arte do saudoso chef Bernard Loiseau permanece firme pelas mãos de sua esposa, Dominique Loiseau, e do próprio legado que ele deixou.
Postado por
de Dai para Isie
às
domingo, novembro 13, 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Se sábado é dia de sair pra se divertir com quem a gente gosta, sem dúvida, domingo é dia de descansar, passear, comer bobagem e rir. Por isso, deixo com vocês esse pequeno vídeo. Assistam! São apenas 23 segundos.
______________________________________________
Batata Frita
_______________________________
Se gostou, deixe um comentário. Para isso, não precisa ter blog, basta ter uma conta Google.
Postado por
de Dai para Isie
às
sexta-feira, novembro 11, 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Bom dia! Venho nessa linda sexta-feira trazer uma reflexão. Encontrei esse texto de autoria desconhecida na internet e achei que tinha tudo a ver com o blog. Espero ter acertado. Vamos meditar?
_________________________________________
Conversa entre gêmeos
No ventre de uma mulher grávida dois gêmeos dialogam:
- Você acredita em vida após o parto?
- Claro! Há de haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Afinal como seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comamos com a nossa boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido pois o cordão umbilical é muito curto.
- Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde ela está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.
- Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que ela não existe.
- Bem, mas ás vezes quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Eu penso que após o parto, a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela.
AUTOR DESCONHECIDO
____________________________
Assim também pensamos a respeito de muitas outras coisas, tais como a existência de Deus e a vida após morte. Eu creio em Deus, na obra salvadora de Jesus Cristo, na presença consoladora do Espírito Santo, na ressurreição dos mortos e glorificação dos salvos em Cristo. Creio também que, assim como o inferno, o céu existe e que Deus reserva ao homem algo ainda melhor do que ele imagina.
"Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais
miseráveis de todos os homens."
I Coríntios 15:19-20
Verdadeiramente, eu tenho fé e creio na palavra de Deus!
_______________________________
Se gostou, deixe um comentário. Para isso, não precisa ter blog, basta ter uma conta Google.
Postado por
de Dai para Isie
às
quarta-feira, novembro 09, 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Bom dia, amigos e leitores! Resolvi trazer uma novidade para o blog, uma série gramatical que visa mostrar a diferença entre termos que costumam nos confundir, como: nenhum e nem um, demais e de mais, detrás e de trás entre tantos outros. Abrindo a série O que usar:
Nenhum ou nem um?
Na língua falada, “nenhum (a)” ou “nem um (a)” tem a mesma pronúncia e, do mesmo modo, parece ter igual significado. Mas pensemos bem, se existem duas formas escritas, certamente é porque ambas são necessárias e se enquadram em casos diferentes e específicos.
- Notemos as diferenças entre as frases:
a) Nenhuma pessoa comeria uma iguaria daquelas.
Ou: Ninguém comeria uma iguaria daquelas.
b) Nem uma pessoa comeu daquela iguaria.
Ou: Nem uma única pessoa comeu daquela iguaria.
Na frase “a”, nenhuma é o inverso de alguma ou de alguém; na frase “b”, nem umatem o mesmo sentido de nem uma única.
- Quando usar?
Nenhum (a): quando puder ser substituído na frase por “algum (a)”, “ninguém” ou “nada”.
Nem um (a): quando tiver o mesmo sentido que “nem um (a) sequer”, “nem um (a) só” ou “nem um (a) único (a)”.
- Mais aplicações:
Nenhuma/Nada:
Ele não vai me contar coisa nenhuma. (Ele não vai me contar nada.)
Nenhum/Ninguém:
Não havia nenhum segurança vigiando a portaria. (Não havia ninguém vigiando a portaria.)
Nem uma/Nem uma única:
Eu não derramei nem uma lágrima sequer. (Eu não derramei nem uma única lágrima.)